
Jornalístico é o jargão não aguento baboseira para artigos infelizes de jornalístas capengas, assim como o sociólogo cujos textos circulam somente entre a raça onde nenhum argonauta de outra galáxia acadêmica entra ou pede licença para citá-lo com receio de ser barrado na banca interdisciplinar nunca sairá o seu dourado helicóptero tomando sua soda de bolsa do cnpq.
Sim, é uma introdução freak para um disco fucking zozonion good. Escutem e estarão lá os dusty brothers cativados e calibrados para a picotagem do paul´s boutique do beasty boys. Antonioni, sobre o Deserto Vermelho, falava de um ritmo de cores. Pois então, esqueçamos a metáfora e partamos para a noite, porque o disco pede isso, não o ritmo da tela ou de algo que não nos predisponha a sermos passivos e estimularmos conexões nervosas que resultem em textos ou teorias para teses, mas sim ritmo dos passos rumo à rua e ao ritmo imbecil da maravilhosa perdição de seus estímulos. Não que isso impeça a mimhoca de cavar fundo na terra da palavra.

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